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BRASIL, Sudeste, SOROCABA, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Música, Cinema, gastronomia, livros, namorar



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    Blog de Gisele Azevedo


    FAIMER, essa é a minha tribo!

    Sim, eu fui. E voltei.

    E ainda continuo lá, um pouco.

    Foi uma experiência fascinante, de longe o melhor curso dos meus 25 anos de profissão.

    Sabe por quê?

    Estive ao lado de destaques das universidades brasileiras (públicas, na maioria), aprendendo como desenvolver/implementar/avaliar um projeto para a melhoria do ensino para a formação de profissionais de saúde no Brasil, enquanto desenvolvíamos nossas habilidades de relacionamento pessoal e profissional.

    Aulas? Num era bem isso. Nada que consumisse mais do que 30 minutos, prá manter todo mundo ligado. Altamente participativo, numa construção coletiva do aprendizado, com organização e logística de deixar qualquer um de boca aberta.

    Os facilitadores eram simplesmente os melhores. E as autoridades necessárias estiveram por lá, tanto do FAIMER da Filadelfia quanto dos Ministérios da Saúde, Educação e da OPAS.

    A diretoria do FAIMER Brasil esteve no batente todo o tempo.

    Foram atividades das 8:30h até a noite, com tarefas prá se fazer depois disso, e enviar por email. Ou seja, sem tempo para mais nada, num mergulho total, isolados do mundo naquela praia paradisíaca.

    Nos poucos momentos livres nós nadamos no mar e na piscina, sempre de noite ou manhãzinha.

    Caminhadas, corridas na praia, comida deliciosa, muitos sucos, frutas, peixes e frutos do mar.

    E risadas, piadas, brincadeiras, caipirinhas/cervejas/cachaças, fotas, amigos que viraram irmãos.

    Somos da mesma família, a minha tribo.

    Meu projeto voltou mudado, com ajustes que aprendi serem necessários para a sua execução.

    Pretendo analisar o processo de avaliação da aprendizagem dos alunos da Faculdade de Medicina da PUC/SP para, futuramente, junto com o grupo docente, propor os ajustes necessários.

    Estou cheia de gás para começar o trabalho, que será desenvolvido nesse ano.

    Em fevereiro de 2011 retornaremos ao Ceará para a segunda etapa, após trabalho a distância durante todo o ano, com tarefas mensais e muito estudo.

    Ao final, depois da publicação do meu trabalho, um certificado de especialista em educação na saúde, com a chancela da UFCE.

    Mas ainda há muito por fazer, vou me concentrar nisso.

    Buscando, a  cada momento me lembrar do big aprendizado desses dias: "celebrate what's right with the world".

    Essa é a vibe.



    Escrito por Gisele Queen Kong às 21h01
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    ... e a Lusitana roda!

    E roda bágarai.

    Cêis num imaginam que tudo virou de pernas pro ar, aqui na roça?!

    Pois foi assim: findoano eu me inscrevi para fazer um curso de capacitação pela "Foundation for Advancement of International Medical Education and Research", a FAIMER. São 25 vagas ano, curso em um resort a 35 Km de Fortaleza, gente que se inscreve das universidades do Brasil todo, pois é tudo por conta deles, de grátis.

    Meu projeto foi selecionado, fiquei em quarto lugar na lista de espera.

    Miou, certo?

    Errado. Alguém desistiu na última hora e os outros três da lista num puderam ir.

    Estou eu na quarta à tarde em pleno batente no ambulatório, quando uma senhora me liga da UFCE perguntando se eu toparia ir.

    - Tô dentro.

    Ela num entendeu nada.

    - Demorô, topei.

    - Ah, tá, que legal, obrigada por responder tão prontamente, passagem aérea, transfer, foto, fax, etc, etc...

    Sambei hoje que nem uma doida, reorganizei a vida nos próximos 15 dias e saio daqui domingo cedo.

    O povo tá facu tá satisfeitíssimo. Ter novamente (já foram dois) um membro da equipe cursando um FAIMER é simplesmente um must.

    E eu tô podre de feliz.

    Vou chafurdar na lama do ensino-aprendizagem na área da saúde, coisa que tem feito minha alegria nos últimos tempos. E conhecer gente nova, projetos interessantes, caminhar na praia, mergulhar no mar, dar um up na vida profissional.

    De novo.

    Assim tem sido minha vida: quando tudo tá quieto, eu caço uma sarna prá me coçar. Daquelas que me deixam em carne viva, pois só sei fazer indo bem fundo.

    Filhas, família, amigos, amor, tudo ficará suspenso até o final do mês.

    Mas virei aqui, pois o curso é todo com notebook plugado. Coisa de americanos, óficorsi.

    Quero contar direitinho o que farei por lá. E os micos, como sempre.

    A onda da nova notícia foi tão forte, que conseguiu amenizar a goela travada pela perda da Dra. Zilda Arns, e pela desgraceira no Haiti.

    Durante 12 anos de trabalho em saúde pública eu vivi diariamente os bons resultados das atividades das voluntárias da Pastoral do Menor, coordenadas por ela.

    A multimistura era parte dos nossos atendimentos e orientações e perdi a conta das vezes em que passei as tardes em galpões orientando as mães que iam receber sua cota mensal e pesar suas crianças, pois aqui na roça a parceria é bem bacana.

    Aquela mulherona era minha ídala, um poço de competência, dedicação e humildade.

    Lembrei da minha avó, que sempre que lamenta uma grande perda, costuma resmungar:

    - Tanta galinha boa morre de peste, e as que num tem serventia ficam aqui...

    Chapeau, vecchia.



    Escrito por Gisele Queen Kong às 19h28
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    Meio dentro, meio fora

    Janeiro é sempre assim, nem férias e nem trampo total.

    Comecei os atendimentos na clínica, de levinho, na metade da manhã.

    De tarde fico de boa, exceto quartas-feiras, onde retomo o ambulatório com voluntárias e alunos do internato (5o. MED).

    Aulas de verdade só em fevereiro.

    E na chefia do departamento tudo indo bem levianinho, como se diz lá na roça.

    Daí o dia de hoje foi fortemente bom: academia, tintura de cabelos, podóloga, manicure, cabelereira, sombrancelha e depilação.

    Em suma, dia de faxina, coisa mais boa dessa vida.

    Ah, fui levar um jaleco na costureira, fiz quitanda e tomei um café no xópis com uma amiga.

    Difícil, muito difícil.

    Fiota caçula curtindo praia na Bahia, primeugênia curtindo amigas em Sampa e mamis aqui na vadiagem, noite ou outra.

    Nada muito forte, somente o necessário para manter a cútis apessegada.

    Chufff, e tem coisa melhor prá manter o colágeno na medida e o brilho nos olhos? Tem não.

    Como diz aquela cantora safada que eu adoro ouvir enquanto corro, "se num tô no paraíso, tô bem perto de chegar..."



    Escrito por Gisele Queen Kong às 17h27
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    Jairo, o bródi.

    Modos que, depois que pedi ajuda num post abaixo, recebi duas dicas felomenais.

    A primeira da comadre que, com a ajuda de seu marido invendável e imprestável, o Sequóia, me orientou a baixar um tal de Picasa, que resolveria meus pobremas fotísticos.

    Adorei o nome do programa que o cumpadre inventou, baixei, mas num tive neurônios prá prosseguir.

    Nisso, Jairete, meu irmão de putarias néticas, me deu uma dica podre de simples, o tal de paint.

    Gente, tão fácil, mas tão fácil, que até eu consegui.

    De primeira.

    Vejam como ficou a fota em que eu tô agarrano a onça, ali embaixo.

    Pura belezura.

    Num são umas potências, esses meus amigos?



    Escrito por Gisele Queen Kong às 17h36
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    Cabelim muderno

    Putaqueopariu, quiquié aquele cabelo da apresentadora sostituta do Jornal Nacional?

    Num consigo prestar atenção em notiça nenhuma, tamanho volume da juba da moça.

    Baita cagada do cabelelero da Grobo.

    Fosse aqui na roça e seria expulso no cabo de vassoura.



    Escrito por Gisele Queen Kong às 18h41
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    Rééééééupi!!!!

    Se alguém souber como se reduz uma fota prá ficar bacaninha num blog do Uol, me avise.

    Tô de saco cheio de postar fotas que ficam imensas e fodem todo o visu do post.

    Ah, já fui no gúgol e necas de catibiriba, tá?

    Agora vou buscar as vitaminas que a comadre me mandou de Miami em 15 de outubro, e que chegaram na semana passada, por Sedex.

    Coisa rápida, essa de correio, né?



    Escrito por Gisele Queen Kong às 11h21
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    Pantanal e quetais!!!

    Arre égua, negada, acabei de chegar dos Everglades brazucas, tô semi-bronzeada e bem alegrinha.

    Justificando: a marca da camiseta naquele bronze caminhoneiro que eu tinha, deu lugar a uma barriga branquela, por um dia de exagero de sol, de maiô. Nos dias em que usei biquini o sol tava fraquinho. Resumindo, em 2010 continua a máxima "se chover macho cai uma negona na minha cabeça".

    Mas as pernocas tão bronzes e a cara.... AAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIII, a cara queimou forte.

    Fodeu meu botox, ferrou com o preenchimento, pois tudo isso dura menos com sol. Exceto as rugas, que adoram sol a pino, claro.

    Me diverti bagarái, cavalguei no pântano, passeios de barco, focagem de jacaré, vi uma porrada de bichos selvagens, trilha no pântano, hidroginástica, piscina, comida deliciosa (ai, exagerei nesse quesito), muitos amigos legais, porre felomenal no reveião.

    Num pulei 7 ondas, mas pulei na piscina, de roupa e tudo.

    E de porre.

    E briguei muitão por torpedo com o Zé, que num foi.

    Mas ontem ele tava todo bonzinho, como sói acontecer e veio me ver.

    Demos uma briga boa, mas confesso que eu tava morrendo de vontade de rir, pois ele critica o meu entusiasmo excessivo, que o atrapalha na concentração, etc, etc.

    Em resumo, ele é tosco comigo porque eu sou excessivamente feliz. Uma besta.

    Como conferimos que ainda comemos um vagão de merda, de canudinho, um pelo outro, nos acertamos.

    Até a próxima grosseria dele, na qual eu farei outro quiprocó, blá, blá, blá...

    A fiota caçula já voltou de Gramado, para onde foi com o genro power.

    E a primeugênia voltou da praia, onde bebeu o feriado todo. Sem intervalos.

    Estamos em casa eu e Bibs, fazendo academia, dieta e lamentando o panceps que insiste em crescer.

    Hoje vamos ao cinema, estou de férias, maior deliciúra de folga.

    Talvez eu retoque os cabelos, faça uma máscara de beleza. Ou nada disso, fico coçando a bunda em casa e boa.

    E, como é de praxe, desejo todas as coisas que vc quiser para o novo ano prá você e prá quem fô dá sua família.

    Enquanto vc se diverte aqui vendo minhas peripécias de força e coragem na luta com uma onça no pantanal, na fota abaixo.

    Kisses na bunda,



    Escrito por Gisele Queen Kong às 15h37
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