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BRASIL, Sudeste, SOROCABA, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Música, Cinema, gastronomia, livros, namorar



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    Blog de Gisele Azevedo


    Vinte e cinco anos depois...

    Estou numa excitação sem fim.

    Dia cinco de dezembro haverá o encontro de 25 anos de formatura da XXVIII turma da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP.

    Fiquei sabendo há alguns dias, mas só hoje consegui fazer contato com o grupo.

    Acho que teremos umas 40 e tantas por lá, coisa mais deliciosa.

    Nos reunimos nos dez anos de formadas, mas foi um pequeno grupo, e depois perdemos o contato.

    Eu sempre falo com a Aiêda, uma amiga muito querida.

    Encontrei a Adri em SP e a Mara, mas foram poucas vezes, e nós moramos juntas na mesma república.

    Mas não vejo a Tereza há 25 anos, a amiga com quem eu dividi o quarto por 3 anos, e foi muito especial na minha vida.  Só sei que ela mora em Santos.

    Outro dia encontrei com a Clara na EEUSP, ela é docente lá.

    Também vi a Cris Sardinha em um evento de Home Care no qual fiz uma palestra, em SP.

    Tenho notícias da Ceres e da Analice pela Aiêda, moram todas na mesma cidade.

    Mas me perdi da Beth, Ana Sandra, da mesma república, a Amorybunda.

    Nem é preciso dizer que foram anos difíceis e fantásticos.

    Muitas aventuras, participação ativa no movimento estudantil, namoros, amigos queridos, viagens, porres, putarias e tudo o que os universitários se permitiam naquela época.

    Quando abri o emeio hoje cedo senti o corpo todo tremer.

    Nem pensei em outra coisa, não haveria impedimentos comuns, eu estava pronta para rever as amigas queridas, mais uma vez.

    Assim, o dia de hoje foi meio nas nuvens, todo colorido, cheio de lembranças e dos sonhos da juventude que, ainda que eu não quisesse, voltaram a me dominar.

    Mas eu queria, claro que eu queria...

     

    *P.S. Prá quem num leu os posts anteriores, a Aiêda é aquela amiga de Rio Preto que esteve ao meu lado no ano passado, durante a doença da minha mãe. Sentiu o tamanho desse carinho de 28 anos?????



    Escrito por Gisele Queen Kong às 19h24
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    Relatório 1

    Tô firme na academia.

    Vou todos os dias, inclusive aos sábados, com folga aos domingos e feriados.

    Duas vezes por semana encaro a piscina, pedalando numa bicicleta que nem uma insana. Nos outros dias, intercalo caminhada com corrida por 35 minutos e depois vou pros aparelhos para fortalecer os músculos.

    Acontece que, dia desses despenquei da esteira.

    Caí de bunda lá atrás, enquanto a desgraçada rodava sem parar e ia me jogando que nem peteca.

    Todo mundo quis rir, mas fizeram pose de preocupação:

    - Machucou? Tá tudo bem?

    Catei o aipódi que voou pros quinto, me aprumei e voltei pro batente.

    Agora já aprendi, se for tomar água ou mudar a música enquanto estou na esteira, me apóio na lateral prá num cair.

    E depois da queda o professor me botou prá fazer uns exercícios de propriocepção e equilíbrio.

    Achei lindo isso, estou fazendo direitinho, mas parar sem cair naqueles troços balançantes já é outro negócio.

    A alimentação tá bem bacaninha. Sem fanatismos, procuro comer alimentos naturais e orgânicos, muitos vegetais e frutas. Chá verde ou branco, diariamente.

    Cortei açúcar, refris, doces, leite e derivados, farinha de trigo e controlo os carboidratos, dando preferência para as raízes e tubérculos.

    Estou tentando mastigar mais e calmamente a comida, esse é um desafio e tanto.

    Levo minha maLmita na clínica ou na facu, para o almoço. E volto para casa mais cedo, para jantar e descansar, com poucas luzes e zero de batente à noite.

    Vou deitar mais cedo, em torno das 22h, acordo cedo prá atividade física, como fruta e castanhas nos intervalos das refeições.

    Em suma, tudo como manda o figurino. E já vejo resultados bons, a silhueta está afinando a cada dia, durmo super bem, sinto-me muito mais disposta.

    Como não tem radicalismo, há espaço para um ou outro programa diferente, os jantares da Confra, uma taça de vinho.

    Na verdade, a base de tudo isso é o Método Nuno Cobra, do qual sou fã desde que ele lançou seu livro, que me caiu às mãos há uns dez anos atrás.

    Ou seja, faço um bem bolado entre as dicas da academia, as da nutricionista e as do Nuno. Sempre pontuando com meu gosto pessoal, as coisas que curto, senão num funciona.

    Como as filhas estão nessa também, lá em Sampa, quando vêm prá casa fica tudo fácil.

    Já o namorado continua no rumo oposto e me dando respostas atravessadas, vez ou outra.

    Uma sincronia e tanto.

    Mas as férias estão rondando, e irei passar o Reveillon no Pantanal, contando os tuiuiús da direita e os jacarés da esquerda.

    Igualzinho lá na roça de onde eu vim.

    Tem coisa mais boa de se esperar acontecer?



    Escrito por Gisele Queen Kong às 14h00
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    Gostosona 2010

    Pouca gente sabe, mas desde julho eu iniciei meus movimentos para ficar melhor.

    Voltei a fazer nutrição funcional, estou tomando minhas vitaminas e suplementos.

    Parei de fumar, me matriculei numa academia com contrato de um ano e comecei a fazer hidroginástica, de levinho.

    No mês passado a prefessora me promoveu: disse que eu deveria abandonar o time de véias que eu freqüentava às 8h, e começar no grupo das bombadas às 7h.

    Grande desafio para uma mulher que prefere dar o cú prá galinha bicar do que acordar cedo, mas gostei porque veio na forma de convite.

    E topei.

    Entonces ela me promoveu prá fazer hidrobike e hidrojump, dois jeitos power master mega super jumbo extra large de malhar forte na água.

    Cheios de equipamentos, a gente sua que nem cavalo, o som é pauleira e bem gostoso.

    Anote aí que eu NUNCA fui adepta da malhação, mas entrei na vibe duma forma, que pulo às 6h da cama, tomo um café da manhã e corro prá academia, pertinho de casa.

    Nesse findi aproveitei o ensejo e dei o pontapé que faltava prá virada final: fui alternar caminhada com pequenos piques de corrida (bem pequenos, quase imperceptíveis).

    E já comecei a semana na academia subindo as escadas prá ala dos malucos: encarei o fortão que dava aula e falei:

    - Quero começar um programa de caminhada forte prá depois correr. Quero condicionamento cardiovascular e quero emagrecer.

    O homão me olhou, nem pensou muito (esses fortões de academia nem pensam), programou a esteira e meteu bronca.

    Assim sendo, essa que vos fala está a poucos passos de virar uma rata de academia.

    Chegou o meu tempo de curtir isso, aos 47 anos, e vou fundo.

    Hoje, pensando enquanto pulava feito um cabrito em convulsão naquela água, me deu um estalo.

    Por que só bateu esse troço agora? Num podia ter sido antes de eu engordar tanto?

    Tinha que esperar ficar 12 Kg acima do peso, prá encarar uma mudança?

    Putz, agora tá tão difícil...

    Pois é, tem gente que gosta de se fuder bem forte, prá depois comemorar pequenas vitórias.

    Essa sou eu.

    E só não estou melhor porque, com tantas viagens, o ritmo de exercícios e alimentação equilibrada viram um puteiro.

    Mas agora sosseguei o facho por aqui, montei meus esquemas gastronômicos e malhativos, e vou que vou.

    Antes da virada do ano quero olhar no espelho, pelada, e ver um corpo saudável que expresse o momento especial que eu vivo.

    Um tempo de plena realização profissional, com as filhas, afetivo e de grande satisfação com o que eu sou e tenho.

    Isso num é prá qualquer um.

    Só prá quem quiser chegar lá.

    ‘Bora, bonitona!!!!!



    Escrito por Gisele Queen Kong às 20h51
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    Rio Quente... argh!!!

    Voltei de lá e, num sei se é meu espírito ultra crítico, se foi o cansaço ou o raio que me parta, mas achei o resort um porre.

    Tantão de piscinas de água morna, um calor da porra, pressão no quengo.

    O local bem sem graça, e olhe que eu curto um descanso, viu?

    Prá passear num me pega nem fudendo.

    Prefiro as tais Termas dos Laranjais, ou Termas Park, lá da roça donde eu vim.

    O congresso foi como sempre, muito trabalho, zilhões de contatos, rever amigas legais.

    Pouca novidade científica interessante, já que eu estava up to date por conta das últimas peripécias congressísticas aqui narradas em um passado recente.

    De bacana mesmo foi a última mesa com a Chris Norton, uma amiga inglesa prá lá de referência mundial em incontinência anal, na qual pudemos fazer um micro debate que deu prá matar as bichas.

    Ou ainda, um pouco delas.

    Encontrei amigos que adoro, dentre eles, papeei muito com Moniquinha Gamba, um doce de pessoa, uma referência em tratamento de pé diabético no Brasil, de uma meiguice de fazer gosto.

    Muitas outras amigas que adoro, com as quais pude papear um tico, ou tanto a mais, sempre trocando um abraço gostoso, daqueles que sustentam a ausência por mais algum tempo.

    Zanzei prá todo lado com Helena, uma amiga e profissional que admiro demais, e que fez aniversário neste domingo e esqueci de ligar porque sou uma sonsa, e agora estou com vergonha de cumprimentar. Bosta, isso, viu?

    E, ao final, chegando ao aeroporto de Goiânia prá voltar prá casa, encontrei com Adriana, amiga de comentar no blog do Jairo, que fez de tudo prá dar um jeitinho da gente se ver.

    Levou o marido, o tal Richard Gere do Cerrado (o amor faz a gente inventar cada estupidez, né?) e uma garrafa de licor de chocolate com pequi, coisa bem deliciúra.

    Tiramos fotos, abraços, trocamos um tico de figurinhas e ela voltou.... prá preparar um jantar pruns trocentos amigos, que ela havia deixado no meio do caminho só prá nos conhecermos pessoalmente.

    Alguém já fez isso por você?

    Se não, você num imagina a delícia que é.

    Fez todo o bagulho valer a pena.

    Em dose homeopática, foi um encontro parecido com o da comadre em Miami.

    Já éramos amigas, era só confirmar.

    Esse negócio de amizade de blog tem me trazido os melhores encontros da vida.

    Encerrei a temporada científica do ano com mais duas pessoas no coração.

    Com a Moniquinha, três.

    Puta saldo positivo.



    Escrito por Gisele Queen Kong às 21h02
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